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domingo, 17 de julho de 2011


byronbittersweet:
Somos inocentes em pensar, que sentimentos são coisas passíveis de serem controladas. Eles simplesmente vêm e vão, não batem na porta, não pedem licença. Invadem, machucam, alegram… 
falapramim:
“Eu não quero viver longe de você. Digo, viver sem falar contigo, sem saber como foi o seu dia, o que você fez, como esta se sentindo. Até porque, longe fisicamente de você eu já estou.”
(Caio Fernando Abreu)
caiofernandodeabreu

Já não dói muito. Assisto como a um filme onde só por acaso sou personagem.


Eu gosto de gostos, eu gosto de pele, de cheiro, de amor verdadeiro.”
(Caio Fernando Abreu)
caiofernandodeabreu.

E fico sempre mais forte, mesmo sentindo saudade.
caiofernandodeabreu
Daí penso coisas bobas quando, sentado na janela do ônibus, encosto a cabeça na vidraça, deixo a paisagem correr, e penso demais em você.
Caio Fernando Abreu

“Aprendi a não contar muito com os outros, fazer tudo sozinha dá mais certo. Tem também aquela dica de não ter medo de mudanças, a de encarar o erro como um caminho para encontrar soluções novas, aquela de ter a cara-de-pau de se testar coisas novas e a humildade para abandoná-los caso não dêem certo.”
Caio Fernando Abreu
caiofernandodeabreu

“A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar.”

Foram tantas brincadeiras, tantas conversas, tantas risadas e olhe agora. Nem conversamos mais.

- caio fernando abreu
 
”O que tem de ser, tem muita força. Ninguém precisa se assustar com a distância, os afastamentos que acontecem. Tudo volta! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é pra ser. Acontece que entre o ainda-não-é-hora e nossa-hora-chegou, muita gente se perde. Não se perca, viu?”
                                                             -docecaiof.


 E fico sempre mais forte, mesmo sentindo saudade.
 
 
Há alguns dias, Deus - ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus -, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro. Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer - eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom.
Oun *=*
=) Só nois (eu&você) entende.

caiofernandodeabreu

Porque, há muito, eu erro a receita do equilíbrio. Uso a parte que não deveria na hora em que não poderia. Me confundo com as metades que brigam dentro de mim. Tenho uma parte que acredita em finais felizes. Em beijo antes dos créditos, enquanto outra acha que só se ama errado. Tenho uma metade que mente, trai, engana. Outra que só conhece a verdade. Uma parte que precisa de calor, carinho, pés com pés. Outra que sobrevive sozinha. Metade autossuficiente…
~ (Caio Fernando Abreu)

caiofernandodeabreu

A perda do amor é igual a perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro (a) - mas a morte é inevitável, e portanto normal. Quano você perde alguém que você ama torna-se tão irremediável quando não ter NUNCA MAIS quem morreu. E dói mais fundo - porque se poderia ter, já que está vivo (a). Mas nãos e tem, nem se terá, quando o fim do amor é : NEVER.
Dá licença, medo? Minha felicidade quer passar.
 
                                          ~ Caio F. Abreu
klauter:
Tenho medo de, dia após dia, cada vez mais não estar no que você vê. E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória, alívio.
Não é saudade. Porque para mim a vida é dinâmica e nunca lamento o que se perdeu. Mas é sem dúvida uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento, tudo se perde.

caiofernandodeabreu.
Tô bem assim, bem indiferente. O coração, um cáctus. Não me importo mais.


                                                                         Henrique.
unsolved-:
Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso.
desate:
Ah:fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone,a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro,faltarás ao trabalho,escreverás cartas que não serão nunca enviadas,cunsultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suícidios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia,não conseguirás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro o cheiro preciso dele..

caiofernandodeabreu.
Caio Fernando Abreu - O Dia que Júpiter Encontrou Saturno
slutsinsane:
Então delete, tudo aquilo que não valeu a pena. Quem mentiu, quem enganou seu coração, quem teve inveja, quem tentou destruir você, quem usou máscaras, quem te magoou, quem te usou e nunca chegou a saber quem realmente você é.
 
Podia esperar de qualquer um essa fuga, esse fechamento. Mas não de você, se sempre foram de ternura nossos encontros e mesmo nossos desencontros não pesavam, e se lúcidos nos reconhecíamos precários, carentes, incompletos. Meras tentativas, nós. Mas doces. Por que então assim tão de repente e duro, por que?
 
De onde vem essa iluminação que chamam de amor, e logo depois se contorce, se enleia, se turva toda e ofusca e apaga e acende feito um fio de contato defeituoso, sem nunca voltar àquela primeira iluminação?
 
Chegue bem perto de mim. Me olhe, me toque, me diga qualquer coisa. Ou não diga nada, mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada…
 
E se realmente gostarem? Se o toque do outro de repente for bom? Bom, a palavra é essa. Se o outro for bom para você. Se te der vontade de viver. Se o cheiro do suor do outro também for bom. Se todos os cheiros do corpo do outro forem bons. O pé, no fim do dia. A boca, de manhã cedo. Bons, normais, comuns. Coisa de gente. Ninguém mais saberia deles se não enfiasse o nariz lá dentro, a língua lá dentro, bem dentro, no fundo das carnes, no meio dos cheiros. E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor? Quando você chega no mais íntimo. No tão íntimo, mas tão íntimo que de repente a palavra nojo não tem mais sentido. Você também tem cheiros. As pessoas têm cheiros, é natural.
 
A solidão às vezes é tão nítida como uma companhia. Vou me adequando, vou me amoldando. Nem sempre é horrível, às vezes é até bem mansinha. Mas sinto tão estranhamente que o amor acabou.
 
Deitada no ombro dele, ela via seu rosto muito próximo. Esse era o sonho, nada mais
 
As coisas acontecem do jeito que acontecem e estão certas assim. Não me arrependo de nada. Mas vezenquando passa pela cabeça um “ah, podia ter sido diferente…”
 
Porque chega uma hora em que você tem que escolher a vida. Eu talvez não saiba bem ainda o que isso significa, mas é claro para mim que a hora dessa escolha é agora, está acontecendo.
 
Saudade saudade saudade saudade saudade saudade saudade saudade. Amor amor amor amor amor amor amor amor amor amor. Todos os beijos já existentes e não existentes todos os beijos os beijos dados mais os que estão por dar. Não se perca. Não se esqueça. Viver bem é a melhor vingança.

caiofernandodeabreu

Me deu uma sensação de estar jogando o coração no meio da rua. Inquieto, inseguro, medroso.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

vestida pra meia-noite.

 

o pior é que a gente sobrevive. te obrigam a ser forte, a engolir o choro, a agüentar a solidão, a levantar a cabeça e dar um jeito na bagunça. e mesmo que a vontade de desaparecer seja imensa, a gente continua. a gente resiste. a gente luta. mesmo que a indiferença te rasgue – ninguém realmente se importa com o seu sorriso melancólico então haja agradavelmente e aceite o drink que te pagam, ignore a vontade de gritar teus demônios, acene para aquele conhecido e só se lembre do nó na garganta na hora de dormir, debaixo das cobertas, escondendo o podre remoído que jorra dos olhos até de si próprio. disso a gente não pode fugir; desse gosto amargo de que o ombro amigo nenhum vai entender tuas dores, dessa sensação sufocante de que é, é isso que temos para hoje.
e sabe aquela vontade de sair pela porta e te achar, gritar olha eu sei que você me virou as costas mas me ajuda, se importe, me abraça, não me deixa sozinha. essa vontade. ela passa. você mesmo falou sobre deitar a cabeça no travesseiro e lembrar que amanhã é outro dia. que você já me esqueceu. que foi tudo mentira. que eu estou do teu lado mas você não está aqui agora.
e então eu me forço a sorrir. de qualquer jeito, estou sendo forte. de qualquer jeito, eu sobrevivo.