o pior é que a gente sobrevive. te obrigam a ser forte, a engolir o choro, a agüentar a solidão, a levantar a cabeça e dar um jeito na bagunça. e mesmo que a vontade de desaparecer seja imensa, a gente continua. a gente resiste. a gente luta. mesmo que a indiferença te rasgue – ninguém realmente se importa com o seu sorriso melancólico então haja agradavelmente e aceite o drink que te pagam, ignore a vontade de gritar teus demônios, acene para aquele conhecido e só se lembre do nó na garganta na hora de dormir, debaixo das cobertas, escondendo o podre remoído que jorra dos olhos até de si próprio. disso a gente não pode fugir; desse gosto amargo de que o ombro amigo nenhum vai entender tuas dores, dessa sensação sufocante de que é, é isso que temos para hoje.
e sabe aquela vontade de sair pela porta e te achar, gritar olha eu sei que você me virou as costas mas me ajuda, se importe, me abraça, não me deixa sozinha. essa vontade. ela passa. você mesmo falou sobre deitar a cabeça no travesseiro e lembrar que amanhã é outro dia. que você já me esqueceu. que foi tudo mentira. que eu estou do teu lado mas você não está aqui agora.
e então eu me forço a sorrir. de qualquer jeito, estou sendo forte. de qualquer jeito, eu sobrevivo.
e sabe aquela vontade de sair pela porta e te achar, gritar olha eu sei que você me virou as costas mas me ajuda, se importe, me abraça, não me deixa sozinha. essa vontade. ela passa. você mesmo falou sobre deitar a cabeça no travesseiro e lembrar que amanhã é outro dia. que você já me esqueceu. que foi tudo mentira. que eu estou do teu lado mas você não está aqui agora.
e então eu me forço a sorrir. de qualquer jeito, estou sendo forte. de qualquer jeito, eu sobrevivo.
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